segunda-feira, 11 de maio de 2026

A planta suculenta que pode beneficiar a pele e o sistema digestivo é fácil de cultivar em qualquer ambiente

 A babosa, também conhecida como aloe vera, é uma das plantas medicinais mais estudadas pela ciência e uma das mais fáceis de manter em casa. Suas folhas carnudas armazenam um gel rico em vitaminas, minerais, aminoácidos e compostos anti-inflamatórios, com aplicações bem documentadas para a pele e, em menor grau, para o sistema digestivo. Entender os usos com respaldo científico e os cuidados necessários evita riscos e permite aproveitar os benefícios dessa suculenta de forma segura.



Como a babosa atua na pele?

O gel da babosa é rico em polissacarídeos, vitaminas A, C e E, além de compostos com ação antioxidante e anti-inflamatória. Essas substâncias hidratam a pele, acalmam irritações e estimulam a produção de colágeno, favorecendo a recuperação de pequenas lesões.


O uso tópico é o mais bem estudado e tem efeito observado em queimaduras superficiais, feridas pós-operatórias e ressecamento cutâneo. Para peles sensíveis, o gel puro pode ser um complemento interessante à rotina de hidratação, sempre com teste prévio em pequena área.


Quais os efeitos observados no sistema digestivo?

Internamente, o gel de aloe vera tem sido estudado pelo efeito sobre o conforto digestivo, especialmente em quadros leves de refluxo gastroesofágico e gastrite. Seus compostos podem ajudar a reduzir a irritação da mucosa e modular a flora intestinal.


No entanto, as evidências para uso oral ainda são limitadas e exigem cautela. A casca da folha contém aloína, substância com efeito laxativo forte e potencialmente tóxica em uso prolongado, o que desaconselha o consumo caseiro sem processamento adequado.


Uso tópico da aloe vera mostra resultados positivos em queimaduras e feridas

Estudo científico confirma o efeito cicatrizante da babosa

As evidências sobre o uso da aloe vera em cuidados com a pele são consistentes em publicações de alto rigor metodológico. Segundo a revisão sistemática The Effect of Aloe Vera Clinical Trials on Prevention and Healing of Skin Wound, publicada no Iranian Journal of Medical Sciences e indexada no PubMed Central, pesquisadores analisaram 23 ensaios clínicos seguindo a metodologia PRISMA e concluíram que a babosa é utilizada com resultados favoráveis na prevenção de úlceras de pressão e no tratamento de queimaduras, feridas pós-operatórias, psoríase e herpes genital. Os autores reforçam o potencial terapêutico da planta em aplicações tópicas, sempre sob orientação profissional.


Como cultivar a babosa em casa?

A babosa é uma planta rústica, adaptada a climas secos e quentes, e exige poucos cuidados para crescer bem. Ela pode ser mantida em vasos médios dentro ou fora de casa, desde que receba luz adequada e não fique encharcada.



Como cultivar a babosa em casa?

Uma única planta bem cuidada fornece folhas suficientes para uso tópico regular durante vários meses.


Como extrair e usar o gel com segurança?

A extração correta é essencial para separar o gel transparente, usado com mais segurança, da camada amarelada próxima à casca, rica em aloína e potencialmente irritante. Um bom preparo reduz riscos e preserva as propriedades terapêuticas.


  • Cortar uma folha madura rente à base da planta
  • Deixar a folha em pé por 10 minutos para escorrer o líquido amarelado
  • Remover as bordas com espinhos e a casca verde com uma faca limpa
  • Retirar apenas o gel transparente do interior, descartando resíduos amarelados
  • Armazenar em pote de vidro fechado, na geladeira, por até 7 dias

O gel pode ser aplicado sobre pequenas queimaduras, irritações e no couro cabeludo. O uso oral caseiro é desaconselhado pela Anvisa, que alerta sobre riscos hepáticos e laxativos relacionados à aloína. Gestantes, lactantes, crianças e pessoas com gastrite crônica devem evitar a ingestão.

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Como usar os nutrientes da babosa para tratar a parede do intestino e diminuir o risco de inflamação

 A babosa, também chamada de Aloe vera, contém compostos como polissacarídeos, antioxidantes e substâncias com ação anti-inflamatória que despertam interesse quando o assunto é saúde intestinal. O ponto mais importante, porém, é este: ela pode ser vista como um apoio para a mucosa digestiva em alguns contextos, mas não deve ser tratada como solução principal nem usada de forma caseira sem critério, porque o uso oral inadequado pode trazer riscos.


Quais nutrientes e compostos da babosa chamam atenção

O maior destaque da babosa está nos seus polissacarídeos, como a acemanana, além de compostos antioxidantes que podem ajudar a modular irritação e estresse oxidativo. É por isso que a planta aparece com frequência em conteúdos sobre recuperação da mucosa digestiva e equilíbrio intestinal.


Segundo revisões científicas sobre Aloe vera, esses compostos têm potencial anti-inflamatório e cicatrizante em diferentes contextos biológicos. Já o Tua Saúde também descreve a babosa como fonte de ação antioxidante, anti-inflamatória e prebiótica, o que ajuda a explicar por que ela costuma ser associada ao cuidado intestinal. Pharmacodynamics of Aloe vera and acemannan in regenerative medicine, revisão publicada no Journal of Pharmacy and Pharmacology.


Como a babosa pode apoiar a parede do intestino

A ideia por trás do uso da babosa é oferecer um ambiente mais favorável para a mucosa intestinal, ajudando a reduzir irritação local e a proteger a superfície do trato digestivo. Isso faz mais sentido quando se fala em apoio à barreira intestinal, e não em regeneração garantida.


Uma revisão experimental publicada no PubMed relata efeitos anti-inflamatórios e de cicatrização em modelos de colite, com resultado mais claro em uso local do que oral. Isso sugere potencial biológico, mas também mostra que ainda não é correto prometer benefício amplo e direto para qualquer pessoa apenas com o consumo por via oral.



Babosa em forma própria para consumo em cena simples ligada ao cuidado intestinal

Como consumir com mais segurança

Se a proposta for usar babosa por via oral, a maior preocupação é evitar preparações caseiras inadequadas. O Tua Saúde destaca que, para maior segurança, é melhor priorizar versões industrializadas próprias para consumo, porque o processamento ajuda a remover o excesso de aloína, substância presente na casca que pode causar efeitos indesejados. O NCCIH também alerta que produtos orais de aloe são promovidos para inflamação intestinal, mas a segurança e a utilidade dependem muito da formulação.



Alguns cuidados essenciais são:


Preferir produtos próprios para consumo oral, e não receitas improvisadas

Evitar usar a casca da planta, onde a aloína se concentra mais

Não usar por longos períodos sem orientação profissional

Suspender o uso se houver cólicas, diarreia ou desconforto intestinal

Ter mais cautela se você usa remédios contínuos, pela possibilidade de interações

O que observar para não confundir ajuda com irritação

Nem todo intestino sensível reage bem à babosa. Em algumas pessoas, o produto pode até piorar o desconforto, especialmente se houver excesso de aloína ou uso em quantidade inadequada. Por isso, observar a resposta do corpo é mais importante do que seguir uma promessa genérica de internet.

Vale interromper e buscar avaliação se surgirem:

  • Diarreia ou urgência para evacuar
  • Cólicas após o consumo
  • Inchaço e gases em piora progressiva
  • Náusea ou dor abdominal
  • Piora de sintomas intestinais já existentes


Como usar os nutrientes da babosa para tratar a parede do intestino e diminuir o risco de inflamação

O que realmente ajuda a diminuir o risco de inflamação intestinal

A babosa pode até entrar como recurso complementar em alguns casos, mas o que mais pesa para proteger o intestino continua sendo uma rotina com alimentação equilibrada, menos ultraprocessados, boa ingestão de fibras quando toleradas e investigação correta de sintomas persistentes. Para complementar a leitura, veja também este conteúdo interno do Tua Saúde sobre os benefícios da babosa.


Este conteúdo é apenas informativo e não substitui a avaliação de um médico. Em caso de dor abdominal, diarreia frequente, sangue nas fezes ou suspeita de inflamação intestinal, procure orientação médica profissional.


https://www.msn.com/pt-br/saude/medicina/como-usar-os-nutrientes-da-babosa-para-tratar-a-parede-do-intestino-e-diminuir-o-risco-de-inflama%C3%A7%C3%A3o/ar-AA212srz?apiversion=v2&domshim=1&noservercache=1&noservertelemetry=1&batchservertelemetry=1&renderwebcomponents=1&wcseo=1

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Principais Plantas Bíblicas e Seus Significados

 A Bíblia menciona centenas de plantas, muitas com significados simbólicos, medicinais ou alimentícios cruciais na Terra Santa. Exemplos notáveis incluem Oliveira (azeite/paz), Videira (vinho), Romã (fertilidade), Figueira, Tamareira, Hissopo (purificação), Aloés/Babosa (sepultamento), Cedro, Trigo e Papiro, essenciais para a economia e rituais da época. 


  • Oliveira (Olea europaea): Símbolo de paz, prosperidade e unção. O azeite era usado para iluminação, culinária e medicina.
  • Videira (Vitis vinifera): Representa a nação de Israel e a alegria. Jesus a utilizou para ilustrar a união com ele.
  • Romã (Punica granatum): Simboliza fertilidade, abundância e beleza, sendo um dos frutos da Terra Prometida.
  • Figueira (Ficus carica): Representa segurança e paz. Comer do seu fruto é um sinal de prosperidade.
  • Tamareira (Phoenix dactylifera): Símbolo de retidão e longevidade, comum em oásis.
  • Hissopo (Origanum syriacum): Planta aromática usada em rituais de purificação e limpeza de leprosos.
  • Aloés/Babosa (Aloe vera): Citada no preparo do corpo de Jesus, associada à cura e sepultamento.
  • Cedro (Cedrus libani): Símbolo de força, nobreza e imortalidade, usado na construção do Templo.
  • Lírio (Lilium): Mencionado como exemplo de beleza divina e pureza.
  • Papiro (Cyperus papyrus): Planta aquática fundamental para a produção de material de escrita no Egito. 



Ervas e Especiarias Mencionadas

A Bíblia cita várias ervas medicinais e temperos:

Arruda, Coentro, Cominho, Hortelã: Usadas na culinária e rituais.

Incenso e Mirra: Resinas aromáticas de alto valor, trazidas pelos magos. 


Simbolismo das Plantas

Amendoeira: Representa a vigilância de Deus, por ser uma das primeiras a florescer.

Rosa de Sarom: Símbolo de beleza, citado no Cântico dos Cânticos.

Trigo e Cevada: Base alimentar e símbolos de colheita e provisão divina. 


A botânica bíblica destaca a íntima conexão entre o ambiente natural e a narrativa espiritual, onde plantas não eram apenas recursos, mas símbolos de mensagens divinas. 


Saiba como a babosa faz a diferença na saúde e na estética


A babosa, ou Aloe vera, é uma planta medicinal utilizada há muito tempo em tratamentos caseiros no Brasil. Seus benefícios são especialmente associados aos cuidados com a pele e os cabelos. Embora sua utilização seja bem reconhecida e muitas vezes recomendada em práticas de beleza e saúde, é importante observar que seu consumo oral pode trazer riscos à saúde. A planta oferece uma série de propriedades benéficas, mas também apresenta algumas contraindicações que precisam ser consideradas antes do uso. Vamos conhecer algumas.
















https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/saiba-como-a-babosa-faz-a-diferenca-na-saude-e-na-estetica,94b024e4d9ae9d7b6c44ac97717fbd1fayzocufy.html?galleryId=2a8ff053f063a35937a26ec72dc1d770imejq4z9&galleryPosition=1

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quinta-feira, 9 de abril de 2026

Colágeno turbinado: Como preparar creme natural para cuidar da pele

Pele fica mais firme e hidratada com colágeno turbinado em creme natural fácil de fazer que fortalece o cuidado diário; Confira


Colágeno turbinado: Como preparar creme natural para cuidar da pele


Pele fica mais firme e hidratada com colágeno turbinado em creme natural fácil de fazer que fortalece o cuidado diário

Cuidar da pele ganhou espaço na rotina diária e deixou de ser apenas estética. Hoje, muita gente trata o tema como parte da saúde. Ao mesmo tempo, os preços de cosméticos assustam. Por isso, cresce o interesse por soluções naturais.


Nesse cenário, a aloe vera, conhecida como babosa, aparece como uma das opções mais buscadas. Ela chama atenção pela facilidade de uso e pelo baixo custo. Além disso, ela pode ser encontrada com facilidade em casas e feiras. Assim, receitas caseiras voltam ao centro das conversas.


Veja como dar fim às rugas e deixar pele perfeita (Foto: Reprodução/ Internet)

Ao mesmo tempo, o colágeno entra como peça-chave nesse cuidado. Trata-se de uma proteína que o corpo produz naturalmente. Ele sustenta tudo e garante firmeza. No entanto, essa produção diminui com o tempo. Por isso, surgem rugas e flacidez.


Nesse contexto, muita gente busca formas de estimular esse processo. A babosa aparece como uma alternativa acessível. Segundo especialistas, ela ajuda na regeneração. Ela também melhora a hidratação e favorece a elasticidade. Ainda assim, ela não contém colágeno pronto.


Para que serve o colágeno da pele?

O colágeno funciona como uma rede que sustenta a pele. Quando essa rede enfraquece, a pele perde firmeza. Por isso, estimular sua produção faz diferença. A babosa atua nesse processo de forma indireta. Ela estimula a renovação celular.


Além disso, ela melhora a circulação sanguínea na área aplicada. Com isso, o organismo tende a produzir mais colágeno ao longo do tempo.


Antes de usar, a pessoa precisa preparar a babosa corretamente. Primeiro, ela corta uma folha da planta. Em seguida, ela retira o gel transparente do interior. A parte amarela deve ser descartada. Isso acontece porque ela pode causar irritações.


Depois disso, a pessoa lava o gel em água corrente. Esse passo remove resíduos e garante mais segurança no uso.



Aloe vera, também conhecida como babosa (Reprodução: Internet)

Com o gel pronto, a receita começa a ganhar forma. A pessoa mistura 2 colheres do gel de babosa. Em seguida, ela adiciona 1 colher de óleo vegetal. Óleo de coco ou de amêndoas funcionam bem.


Além disso, ela pode incluir algumas gotas de vitamina E. Essa vitamina atua como antioxidante. Ou seja, ela combate os radicais livres. Esses radicais aceleram o envelhecimento da pele.


Uso na pele

Depois da mistura, o creme já pode ser usado. A aplicação deve acontecer com a pele limpa. A pessoa espalha uma pequena quantidade no rosto. Em seguida, ela faz movimentos suaves até a absorção.


O uso noturno costuma trazer melhores resultados. Isso acontece porque a pele entra em processo de regeneração durante a noite. Assim, os ativos naturais agem com mais eficiência.


A babosa hidrata profundamente a pele

Ela ajuda a acalmar irritações e vermelhidão

Além disso, ela contribui para a regeneração celular

Por isso, ela melhora o aspecto geral da pele



Mesmo com os benefícios, alguns cuidados seguem necessários. Cada pele reage de forma diferente. Por isso, o teste em uma pequena área evita problemas. Basta aplicar uma pequena quantidade no braço.


Se não houver reação, o uso pode continuar. Além disso, a conservação do creme precisa de atenção. O ideal é guardar na geladeira por poucos dias.


Por fim, o creme caseiro surge como uma alternativa simples e prática. Ele não substitui tratamentos médicos. No entanto, ele complementa a rotina de cuidados.


Assim, ele se encaixa bem no dia a dia. A combinação de ingredientes naturais chama atenção. Além disso, ela oferece um caminho acessível para quem busca cuidar da pele. Com disciplina, os resultados aparecem aos poucos e de forma consistente.



Adeus, pele caída e rugas: Como fazer um creme caseiro para recuperar a firmeza do rosto

Aprenda a fazer um creme caseiro eficaz para reduzir rugas e recuperar a firmeza da pele do rosto com ingredientes naturais


Adeus, pele caída e rugas: Como fazer um creme caseiro para recuperar a firmeza do rosto

Creme caseiro eficaz para reduzir rugas e recuperar a firmeza da pele (Foto: Gerada por IA)


Aprenda a fazer um creme caseiro eficaz para reduzir rugas e recuperar a firmeza da pele do rosto com ingredientes naturais

Com o passar do tempo, é natural perceber a pele mais flácida, com linhas marcadas e menos viço. Isso acontece porque a produção de colágeno diminui, deixando o rosto com um aspecto cansado. Mas, com alguns cuidados simples, dá para melhorar a firmeza e devolver aquela aparência mais saudável.


Entre as opções mais acessíveis, um creme caseiro à base de babosa se destaca. Rica em vitaminas A, C e E, ela tem ação hidratante, calmante e ajuda na regeneração da pele. Quando usada da forma correta, pode ser uma grande aliada para quem quer suavizar rugas e melhorar a textura do rosto sem gastar muito.



Vale destacar que a babosa tem propriedades que vão além da hidratação. De acordo com as informações divulgadas pelo portal Catraca Livre, ela ajuda a manter a pele nutrida, melhora a elasticidade e contribui para uma aparência mais firme ao longo do tempo.

segunda-feira, 30 de março de 2026

Truque caseiro com essa planta poderosa ajuda a combater o envelhecimento e o surgimento de rugas na pele

Ingrediente simples vem ganhando destaque por benefícios pouco conhecidos na rotina diária

Magno Oliver Magno Oliver - 26 de março de 2026


O uso de soluções naturais para cuidados com a pele tem ganhado cada vez mais espaço entre consumidores que buscam alternativas acessíveis e menos agressivas.

Entre essas opções, a Babosa, também conhecida como aloe vera, voltou a ser destaque por suas propriedades associadas à hidratação e regeneração cutânea.



De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a babosa é amplamente utilizada em produtos cosméticos e dermatológicos devido à presença de compostos como vitaminas, minerais e polissacarídeos.



O chamado “truque caseiro” consiste na aplicação do gel transparente extraído diretamente da planta sobre a pele limpa. Especialistas apontam que esse gel possui ação hidratante e pode auxiliar na recuperação da barreira cutânea.

No entanto, o uso deve ser feito com cautela, respeitando a sensibilidade individual e evitando contato com áreas irritadas ou lesionadas.


A Organização Mundial da Saúde reforça que plantas medicinais, incluindo a babosa, apresentam potencial terapêutico, mas não substituem tratamentos dermatológicos comprovados.

Por isso, a recomendação é utilizar o recurso como complemento, e não como solução única para problemas relacionados ao envelhecimento da pele.

Embora não seja um método milagroso, a babosa continua sendo uma alternativa popular dentro dos cuidados naturais. Seu uso consciente, aliado a hábitos como proteção solar e alimentação equilibrada, pode contribuir para a saúde da pele ao longo do tempo.

O interesse crescente reforça uma tendência: a valorização de práticas simples, desde que orientadas por técnica e respaldo científico.

fonte:https://portal6.com.br/2026/03/26/truque-caseiro-com-essa-planta-poderosa-ajuda-a-combater-o-envelhecimento-e-o-surgimento-de-rugas-na-pele/

Essa planta fácil de cuidar está chamando atenção por possíveis benefícios na pele cérebro e coração

Por Daniely Cardoso  22/03/2026 Em Bem-Estar, saúde 

Apesar de todo o interesse, o uso interno da babosa pede atenção redobrada


Você já imaginou ter em casa uma plantinha que é fácil de cuidar e ainda pode ajudar na saúde do cérebro, do coração e da pele? É exatamente isso que muita gente tem descoberto ao olhar com mais carinho para a aloe vera, a famosa babosa. Em um momento em que se fala tanto sobre vida saudável, prevenção e bem-estar, essa planta simples e acessível tem ganhado espaço, mas seu uso também pede cuidado e informação para ser realmente seguro.

Babosa é mesmo uma planta fácil de cultivar que ajuda cérebro, coração e pele

A babosa é considerada uma planta “amiga de iniciantes”: resistente, pouco exigente e ótima para vasos em apartamentos ou hortas pequenas. Como é suculenta, guarda água nas folhas, então não precisa de regas diárias, apenas solo bem drenado, boa luminosidade indireta e proteção contra encharcamento.

O interesse por ela vem principalmente do gel transparente das folhas, rico em compostos como polissacarídeos, vitaminas, minerais e antioxidantes. Estudos ainda em andamento buscam entender melhor como esses componentes podem apoiar a proteção das células, modular inflamações leves e contribuir para a saúde da pele, do coração e até do cérebro.

O principal benefício terapêutico da babosa é sua potente ação cicatrizante e regeneradora

Leia também: Plantar essa frutinha em casa pode ser mais simples do que parece e ainda ajudar na saúde urinária


De que forma a babosa pode apoiar o cérebro e o coração

Quando se fala em cérebro, a babosa costuma aparecer em pesquisas que estudam o papel dos antioxidantes na proteção das células nervosas. A ideia é que essas substâncias ajudem a reduzir o chamado estresse oxidativo, que está ligado ao envelhecimento cerebral, especialmente quando combinado com sono adequado, boa alimentação e momentos de descanso mental.




No caso do coração, estudos experimentais avaliam como componentes da aloe vera podem influenciar a inflamação e o equilíbrio das gorduras no sangue. Ela não substitui remédios nem acompanhamento médico, mas pode entrar como coadjuvante dentro de um estilo de vida saudável e bem acompanhado por profissionais.


Quais cuidados são importantes no consumo oral da babosa

Apesar de todo o interesse, o uso interno da babosa pede atenção redobrada. A parte externa da folha pode conter substâncias com efeito laxativo forte, capazes de causar cólicas, diarreia, perda de potássio e até interação com alguns medicamentos de uso contínuo.



Por isso, o consumo oral não deve ser feito de maneira caseira ou por conta própria, principalmente por pessoas com doenças crônicas, gestantes, idosos e crianças. A forma de uso mais segura e difundida continua sendo o uso tópico, ou seja, aplicado na pele e no couro cabeludo, sempre com bom senso. Se você gosta de ouvir especialistas, separamos esse vídeo do canal Dr. Antonio Cascelli mostrando mais sobre o uso dessa planta:

Quais são os principais benefícios da babosa para a pele e couro cabeludo

Quando o assunto é pele, a babosa ganha destaque há décadas, tanto em receitas caseiras quanto em cosméticos prontos. O gel extraído do interior da folha é muito usado em cremes, loções pós-sol, hidratantes e produtos para peles mais sensíveis, trazendo sensação de frescor e ajudando a manter a hidratação.



Na rotina, ela costuma ser usada para hidratar rosto e corpo, acalmar a pele após o sol, compor máscaras capilares e dar um alívio leve em áreas ressecadas ou levemente irritadas. Mesmo assim, é importante lembrar que qualquer planta pode causar alergia em algumas pessoas.


Como usar babosa na pele com mais segurança

Antes de aplicar a babosa em áreas maiores, o ideal é fazer um pequeno teste na parte interna do antebraço, usando uma porção do gel e aguardando algumas horas. Se aparecer vermelhidão, coceira ou ardor, o melhor é suspender o uso e, se preciso, procurar um dermatologista.



Pessoas com pele muito sensível, histórico de alergias de contato ou doenças de pele devem conversar com um profissional antes de incluir o gel de aloe vera na rotina. Quando há dúvida, é mais seguro apostar em produtos industrializados com babosa, que passam por controle de qualidade.



Como cultivar babosa em casa de forma simples

Se a ideia é ter em casa uma planta fácil de cultivar que pode beneficiar cérebro, coração e pele, a babosa é uma ótima candidata. Ela se adapta bem a vasos médios com furos para drenagem, preenchidos com uma mistura de terra, areia e matéria orgânica leve, em locais claros, mas sem sol direto o dia todo.



Alguns cuidados básicos ajudam a manter a planta saudável no dia a dia:


  • Regar apenas quando o solo estiver seco ao toque, evitando excesso de água;
  • Deixar o vaso em ambiente arejado, reduzindo o risco de fungos;
  • Retirar para uso as folhas mais velhas da base, preservando o centro da planta;
  • Evitar adubação em excesso, pois a babosa é rústica e cresce bem com poucos nutrientes.

Ter uma babosa por perto é uma forma simples de se aproximar de cuidados mais naturais, com baixo custo e fácil acesso. Mesmo assim, a orientação profissional continua sendo importante para que o uso, seja cosmético ou terapêutico, aconteça com segurança e faça parte de um estilo de vida equilibrado e consciente.


fonte:

https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/essa-planta-facil-de-cuidar-esta-chamando-atencao-por-possiveis-beneficios-na-pele-cerebro-e-coracao/

Ativos naturais ganham espaço no cuidado capilar

Especialista explica como esses ingredientes contribuem para hidratação, nutrição e fortalecimento dos fios



A busca por fórmulas eficazes e alinhadas à natureza tem impulsionado o uso de ativos botânicos na indústria de beleza. De acordo com dados da Redirection International, esse segmento deve expandir a uma taxa média de 7,2% ao ano até 2027, o que resultará em um faturamento de aproximadamente US$ 40 bilhões, o equivalente a R$ 230,8 bilhões, até o fim do período.


Nos cuidados capilares, ingredientes como tamarindo, algas marinhas, cupuaçu e aloe vera ganham espaço por oferecerem benefícios que vão além da hidratação superficial, atuando também na saúde da fibra capilar e do couro cabeludo. Para Carine Silva, educadora técnica da Prohall Professional, esses ativos naturais são ricos em compostos bioativos e contribuem para rotinas de tratamento mais completas. “São ingredientes que atuam de forma integrada, promovendo hidratação, nutrição e fortalecimento, que são pilares essenciais para a saúde dos fios”, explica.


O tamarindo se sobressai pela alta concentração de polifenóis, ácidos orgânicos suaves e polissacarídeos. Com ação antioxidante, pode ajudar a combater danos causados por fatores externos, como poluição e radiação solar, além de favorecer a retenção de água na fibra capilar. “O resultado são fios mais macios, brilhantes e com menos frizz, além de uma cutícula mais uniforme”, afirma Carine.


As algas marinhas, por sua vez, concentram minerais, aminoácidos e vitaminas que auxiliam no fortalecimento dos fios e na proteção antioxidante. “Elas também contribuem para o equilíbrio do couro cabeludo, o que impacta diretamente na vitalidade e na aparência do cabelo”, destaca.


Ingrediente típico da biodiversidade brasileira, o cupuaçu é conhecido pela retenção de água. A manteiga proveniente do vegetal pode promover nutrição profunda, reposição lipídica e melhora da elasticidade, ajudando a prevenir ressecamento e quebra. Já a aloe vera é reconhecida pelas propriedades hidratantes, calmantes e regeneradoras. “Além de hidratar, ela auxilia no equilíbrio do couro cabeludo e melhora a maleabilidade dos fios”, completa a especialista.


Segundo Carine, a eficácia desses ativos também está na atuação combinada. “Tamarindo e aloe vera são mais voltados à hidratação, enquanto o cupuaçu atua na nutrição e as algas no fortalecimento e equilíbrio do couro cabeludo. Quando usados de forma estratégica, os resultados tendem a ser mais consistentes e duradouros”, explica.



A especialista explica que, com o uso contínuo de produtos que contenham esses ingredientes, é possível observar melhora na hidratação, redução do frizz e aumento da resistência dos fios. “O cabelo passa a responder melhor aos tratamentos, mantendo uma aparência saudável por mais tempo, com mais brilho, leveza e movimento natural”, conclui.

fonte:

https://www.em.com.br/mundo-corporativo/2026/03/7379792-ativos-naturais-ganham-espaco-no-cuidado-capilar.html#google_vignette

20 plantas da Bíblia que a ciência moderna voltou a estudar e o motivo chama atenção até hoje

 Ao longo da história, muitas plantas citadas na Bíblia saíram do campo religioso e passaram a despertar o interesse de pesquisadores. Em um cenário em que medicamentos industrializados ainda não existiam, óleos, resinas, frutos e ervas eram usados para higiene, alimentação e cuidado do corpo, o que hoje inspira estudos sobre seus compostos ativos e possíveis aplicações na saúde.

O que a ciência moderna entende por plantas da Bíblia

A expressão plantas da Bíblia reúne espécies mencionadas direta ou indiretamente nas Escrituras, ligadas à alimentação, rituais, perfumes e cuidados corporais. Entre elas, aparecem nomes comuns em dietas e produtos cosméticos, como aloe vera, azeite de oliva, alho, uvas, figos e romã, além de resinas aromáticas como incenso e mirra.



Na pesquisa contemporânea, essas plantas interessam por concentrarem compostos bioativos, como polifenóis, flavonoides, ácidos graxos monoinsaturados, óleos essenciais e resinas com potenciais efeitos antimicrobianos ou anti-inflamatórios. A ciência procura medir esses efeitos em laboratório e, quando possível, em estudos clínicos controlados, para avaliar segurança, dose, eficácia e limitações.


20 plantas da Bíblia que a ciência moderna voltou a estudar e o motivo chama atenção até hoje

Quando tradição antiga e pesquisa moderna se encontram, certas plantas da Bíblia passam a ser vistas de outro jeito

Quais plantas bíblicas são mais estudadas na medicina natural

Entre as várias espécies citadas em textos bíblicos, algumas se destacam pelo volume de pesquisa recente e pela tradição de uso popular. O aloe vera, associado historicamente ao cuidado da pele, é analisado em queimaduras superficiais e irritações cutâneas, principalmente em formulações tópicas, enquanto o azeite de oliva ocupa posição central em estudos sobre dieta mediterrânea e saúde do coração.


Outra frente importante envolve resinas aromáticas, como o incenso de espécies do gênero Boswellia, estudado por extratos que contêm ácidos boswélicos em quadros inflamatórios, como osteoartrite, com protocolos variados. A mirra aparece em trabalhos sobre substâncias com potencial antimicrobiano e uso em formulações de higiene bucal e cuidado de mucosas, além de testes em microbiologia e cicatrização.


Como a alimentação bíblica se relaciona com a saúde atual

Além das resinas e óleos, há um grupo de alimentos simples que conecta diretamente a dieta do mundo antigo com recomendações modernas de nutrição. O alho, mencionado em contextos históricos próximos ao período bíblico, integra ensaios e revisões que avaliam seu papel em marcadores cardiovasculares, como pressão arterial, especialmente em pessoas com hipertensão.


Entre os grãos e sementes, a mostarda aparece como símbolo de algo pequeno que pode crescer muito, mas também carrega tradição medicinal em diversas culturas. A combinação entre azeite de oliva, cereais, frutas e hortaliças lembra o padrão alimentar que hoje se reconhece como dieta mediterrânea, associada a menor risco de eventos cardiovasculares em determinados grupos e a efeitos positivos na inflamação crônica.


Alguns desses alimentos ganharam destaque em pesquisas que investigam impacto em pressão arterial, colesterol, estresse oxidativo e microbiota intestinal. A lista a seguir resume exemplos frequentemente analisados em estudos clínicos e de laboratório, relacionando-os a possíveis mecanismos de ação na saúde.


Azeite de oliva – fonte de gorduras monoinsaturadas e compostos fenólicos, associado a menor risco cardiovascular quando inserido em dieta equilibrada.

Alho e cebola – ricos em substâncias sulfuradas e flavonoides, estudados por efeitos em pressão arterial, perfil lipídico e inflamação.

Uvas – contêm polifenóis como o resveratrol, ligados a efeitos antioxidantes e possíveis benefícios na saúde vascular.

Romã – fruta com suco investigado por impacto em pressão arterial, estresse oxidativo e marcadores cardiometabólicos.


Algumas plantas citadas na Bíblia continuam chamando atenção da ciência moderna. Espécies como aloe, oliveira, romã e alho aparecem tanto em textos antigos quanto em estudos atuais sobre compostos naturais e saúde.

Conteúdo do canal Mania de Flor, com mais de 293 mil de inscritos e cerca de 3.6 mil de visualizações, explorando curiosidades históricas, conhecimento antigo e descobertas relacionadas à natureza e às plantas:


5 PLANTAS MEDICINAIS para CULTIVAR em VASOS


Qual é o nível de evidência científica sobre as plantas da Bíblia

Na literatura especializada, a avaliação das plantas da Bíblia segue critérios de pesquisa médica moderna, que incluem ensaios clínicos controlados, revisões sistemáticas e meta-análises. Para algumas, como o azeite de oliva, há evidência mais robusta em certos desfechos cardiovasculares, enquanto em extratos de Boswellia, aloe vera ou romã os resultados costumam ser mais heterogêneos.


Esse cenário leva a uma posição cautelosa: muitas dessas espécies apresentam potencial terapêutico, mas não substituem medicamentos prescritos nem dispensam acompanhamento profissional. Plantas e extratos podem causar alergias, interagir com fármacos de uso contínuo, alterar pressão arterial ou afetar funções hepáticas e renais em doses elevadas ou em populações sensíveis, exigindo avaliação individualizada.


Por que o interesse em plantas bíblicas continua crescendo

O interesse atual pelas plantas da Bíblia reúne, em um mesmo tema, história, nutrição, farmacologia e cultura religiosa, o que gera muitas perguntas de leigos e profissionais de saúde. Para a ciência, essas espécies funcionam como ponto de partida para descobrir moléculas, entender padrões alimentares tradicionais e testar hipóteses sobre inflamação, metabolismo, microbiota e cuidado com a pele.



Na prática, o uso responsável desses recursos passa por informação de qualidade, orientação profissional em casos de doenças crônicas ou sintomas persistentes e reconhecimento de que medicina natural não se opõe à medicina baseada em evidências. Em 2026, a maior parte dos estudos reforça essa integração: plantas citadas na Bíblia podem oferecer elementos úteis para a pesquisa biomédica e para uma alimentação saudável, desde que adotadas com senso crítico, acompanhamento adequado e respeito aos limites de segurança.


fonte:

https://www.tupi.fm/entretenimento/20-plantas-da-biblia-que-a-ciencia-moderna-voltou-a-estudar-e-o-motivo-chama-atencao-ate-hoje/

quarta-feira, 25 de março de 2026

Sobrancelhas ralas? Gel caseiro com babosa e óleos naturais ajuda a fortalecer os fios

Receita simples e econômica pode auxiliar na hidratação, no fortalecimento e na aparência mais volumosa das sobrancelhas com poucos ingredientes

Kayra Miranda

13/03/2026 13:12


Cuidados adequados e produtos regularizados ajudam a melhorar a aparência de cílios e sobrancelhas com segurança./ Canva

As sobrancelhas têm papel importante na expressão facial e na harmonia do rosto. Nos últimos anos, o visual com fios mais naturais e volumosos voltou a ganhar destaque, fazendo muitas pessoas buscarem alternativas para recuperar sobrancelhas ralas, falhadas ou enfraquecidas. Entre as soluções mais procuradas estão receitas caseiras que prometem fortalecer os fios e melhorar sua aparência com ingredientes simples.

Uma dessas alternativas ganhou popularidade nas redes sociais e em sites especializados em beleza. O TV Foco, por exemplo, destacou uma receita simples de gel caseiro para sobrancelhas que utiliza apenas alguns ingredientes naturais e pode ser preparada em poucos minutos. A proposta é criar um produto hidratante e modelador que ajuda a manter os fios alinhados e bem cuidados.

Além de ser acessível, o preparo pode ser feito com itens facilmente encontrados em farmácias, mercados ou lojas de produtos naturais. A mistura combina propriedades hidratantes e nutritivas que ajudam a cuidar da pele e dos fios da região das sobrancelhas.


POR QUE AS SOBRANCELHAS FICAM RALAS

Diversos fatores podem contribuir para o enfraquecimento ou queda dos fios das sobrancelhas. Um dos mais comuns é o excesso de retirada com pinça ou cera, prática que pode danificar o folículo ao longo do tempo.

Alterações hormonais, envelhecimento natural e deficiência nutricional também podem afetar o crescimento dos fios. Em alguns casos, o uso frequente de maquiagem sem a limpeza adequada pode prejudicar a saúde da pele na região.

Outro fator que costuma influenciar é o uso constante de produtos químicos ou técnicas estéticas que enfraquecem os fios. Quando isso acontece, as sobrancelhas podem levar semanas ou meses para recuperar o volume natural.

Por isso, muitas pessoas procuram formas de fortalecer os fios existentes enquanto aguardam o crescimento de novos.


RECEITA DE GEL CASEIRO PARA SOBRANCELHAS

Uma das opções mais populares envolve o uso de babosa e óleos naturais. Esses ingredientes são conhecidos por suas propriedades hidratantes e nutritivas, que ajudam a cuidar da pele e dos fios.

Ingredientes

• 1 colher de sopa de gel de babosa

• 5 gotas de óleo de rícino

• 5 gotas de óleo de coco ou óleo de jojoba

• 1 potinho pequeno limpo com tampa

• 1 escovinha de rímel bem lavada


COMO FAZER E APLICAR

O preparo é simples e leva poucos minutos.

Coloque o gel de babosa dentro do potinho. Em seguida, adicione as gotas de óleo de rícino e do outro óleo escolhido. Misture bem até que todos os ingredientes fiquem completamente incorporados.

Depois de misturar, feche o pote e guarde em um lugar fresco, longe do calor e da luz direta do sol. Manter o recipiente sempre limpo ajuda a conservar a mistura por mais tempo.

Caso queira aumentar a durabilidade do produto, é possível acrescentar algumas gotas de vitamina E. Além de atuar como conservante natural, ela também contribui para o cuidado dos fios.

Para aplicar, o primeiro passo é deixar as sobrancelhas limpas e secas.

Molhe levemente a escovinha no gel e retire o excesso para evitar que a aplicação fique pesada. Em seguida, passe uma camada fina nas sobrancelhas, sempre no sentido do crescimento dos fios.

Por fim, penteie os fios com a escovinha para modelar e distribuir o produto de maneira uniforme. Após alguns minutos, o gel seca e ajuda a manter os fios no lugar.


BENEFÍCIOS DOS INGREDIENTES NATURAIS

Cada ingrediente da receita possui propriedades que podem contribuir para a saúde dos fios e da pele.

A babosa, também conhecida como aloe vera, é amplamente utilizada em cuidados capilares e cosméticos. O gel extraído da planta tem alto poder de hidratação e pode ajudar a nutrir a pele da região das sobrancelhas.

O óleo de rícino é outro ingrediente bastante popular em receitas caseiras de beleza. Ele é conhecido por sua textura densa e por conter ácidos graxos que ajudam a manter os fios hidratados e protegidos contra o ressecamento.

Já o óleo de coco ou o óleo de jojoba atuam como complementos nutritivos. Ambos ajudam a suavizar os fios e contribuem para uma aparência mais saudável e brilhante.

A combinação desses elementos cria um gel leve que pode ser usado tanto para hidratar quanto para modelar as sobrancelhas.


COMO O GEL AJUDA NA APARÊNCIA DE VOLUME

Embora receitas caseiras não tenham efeito imediato de crescimento acelerado comprovado, o uso contínuo de produtos hidratantes pode ajudar a melhorar a aparência dos fios existentes.

Quando as sobrancelhas estão hidratadas, os fios tendem a ficar mais alinhados e com menos frizz. Isso cria a impressão de maior densidade e volume.

Além disso, manter a pele nutrida na região pode favorecer um ambiente mais saudável para o crescimento natural dos fios.

Outro ponto importante é que o gel também funciona como um modelador leve. Ao pentear as sobrancelhas com a escovinha, os fios ficam organizados e bem posicionados, o que ajuda a valorizar o formato natural.


OUTRAS FORMAS DE USAR A MISTURA

Apesar de ser conhecida como um gel para sobrancelhas, a mistura também pode ser utilizada em outras partes do rosto.

Algumas pessoas utilizam pequenas quantidades do produto nos cílios, sempre com cuidado para evitar contato com os olhos. O objetivo é hidratar os fios e mantê-los mais alinhados.

Outra possibilidade é aplicar uma pequena quantidade em fios de cabelo muito curtos ou em áreas com frizz, funcionando como um gel leve para modelagem.

Também é possível usar o produto como tratamento noturno. Nesse caso, a aplicação é feita antes de dormir para que os ingredientes permaneçam nos fios por mais tempo.


VANTAGENS DE UMA RECEITA CASEIRA

Uma das principais vantagens dessa receita é o custo baixo. Os ingredientes são acessíveis e rendem diversas aplicações.

Outro ponto positivo é a simplicidade do preparo. Diferente de cosméticos industrializados, que podem ter listas longas de componentes, a receita utiliza poucos itens e pode ser feita em casa.

Além disso, a mistura permite que cada pessoa ajuste os ingredientes de acordo com suas preferências. Quem prefere texturas mais leves, por exemplo, pode usar quantidades menores de óleo.


O uso de ingredientes naturais também atrai quem busca alternativas mais simples para a rotina de cuidados com a beleza.


CUIDADOS AO UTILIZAR RECEITAS CASEIRAS

Apesar de serem populares, receitas caseiras devem ser utilizadas com alguns cuidados.

Antes de aplicar qualquer produto novo na pele, é recomendável testar uma pequena quantidade em outra área do corpo para verificar possíveis reações.

Também é importante manter os utensílios e recipientes sempre limpos para evitar contaminação da mistura.

Outro cuidado é observar a validade do produto. Como a receita não contém conservantes industriais, o ideal é preparar pequenas quantidades e utilizar em poucos dias.

Manter o potinho bem fechado e armazenado em local fresco ajuda a preservar a qualidade da mistura.


ROTINA DE CUIDADOS COM AS SOBRANCELHAS

Além do uso de produtos hidratantes, alguns hábitos simples podem ajudar a manter as sobrancelhas saudáveis.

Evitar retirar fios em excesso é uma das principais recomendações. Quando a remoção é feita de forma exagerada, o crescimento pode se tornar mais lento ou irregular.

Manter a região limpa também é importante. Remover maquiagem e resíduos de produtos evita o acúmulo de substâncias que podem prejudicar a pele.

Outra dica comum é pentear as sobrancelhas regularmente com uma escovinha limpa. Esse hábito ajuda a organizar os fios e estimula a circulação na região.

Com uma rotina de cuidados simples e o uso de produtos hidratantes, é possível manter as sobrancelhas mais alinhadas, bem cuidadas e com aparência naturalmente volumosa ao longo do tempo.


Kayra Miranda

https://www.folhavitoria.com.br/beleza/sobrancelhas-ralas-gel-caseiro-com-babosa-e-oleos-naturais-ajuda-a-fortalecer-os-fios-viral/

terça-feira, 3 de março de 2026

Substância presente na babosa poderá ajudar a combater Alzheimer

Redação do Diário da Saúde

Substância presente na babosa poderá ajudar a combater Alzheimer

É uma base importante para futuras pesquisas sobre terapias à base de plantas para a doença de Alzheimer, dizem os pesquisadores.



Aloe vera contra Alzheimer?

Cientistas identificaram compostos na babosa (Aloe vera) que oferecem novas possibilidades para tratamentos para doenças neurológicas, incluindo a doença de Alzheimer.

A babosa é mais conhecida como uma planta "calmante", usada para cuidados com a pele, mas ela também contém substâncias químicas naturais que podem influenciar processos biológicos no organismo.

Meriem Khedraoui e colegas da Universidade Hassan II de Casablanca (Marrocos) focaram especificamente em como esses compostos vegetais interagem com enzimas-chave envolvidas na doença de Alzheimer, examinando se os compostos da Aloe vera poderiam interferir nos processos ligados à falha da sinalização cerebral em pessoas com essa doença neurodegenerativa.


A pesquisa concentrou-se em duas enzimas chamadas acetilcolinesterase (AChE) e butirilcolinesterase (BChE), que desempenham um papel importante na degradação da acetilcolina, um mensageiro químico que auxilia na comunicação entre as células nervosas. Na doença de Alzheimer, os níveis de acetilcolina já estão reduzidos, o que contribui para a perda de memória e o declínio cognitivo. Medicamentos que inibem a ação dessas enzimas podem ajudar a preservar os níveis de acetilcolina e melhorar os sintomas em alguns pacientes.


Dentre todos os compostos testados, o beta-sitosterol se destacou, apresentando afinidades de ligação de aproximadamente 8,6 kcal/mol com a AChE e 8,7 kcal/mol com a BChE, o que significa que o composto se ligou mais fortemente a ambas as enzimas do que outros compostos conhecidos, incluindo o ácido succínico. Essa forte ligação sugere que o composto pode ser eficaz na redução da atividade enzimática.


"Nossos resultados indicam que o beta-sitosterol, um dos compostos da Aloe vera, apresenta afinidades de ligação e estabilidade significativas, tornando-o um candidato promissor para o desenvolvimento de novos medicamentos [...] como um inibidor duplo, o que pode ser crucial no tratamento da doença de Alzheimer," resumiu Khedraoui.


Embora os resultados sejam encorajadores, os pesquisadores enfatizam que o trabalho ainda está em fase inicial, sendo necessários experimentos em laboratório e ensaios clínicos para confirmar se esses compostos são eficazes e seguros em pacientes reais.

https://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=babosa-alzheimer&id=17189

Checagem com artigo científico:


Artigo: In silico exploration of Aloe vera leaf compounds as dual AChE and BChE inhibitors for Alzheimer’s disease therapy

Autores: Meriem Khedraoui, Fatima Zahra Guerguer, El Mehdi Karim, Abdelkbir Errougui, Samir Chtita

Publicação: Current Pharmaceutical Analysis

Vol.: 21, Issue 4, Pages 238-248

DOI: 10.1016/j.cpan.2025.03.005

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Pele descascando após o sol? Saiba como recuperar o viço e evitar manchas

Entenda por que a descamação acontece e veja cuidados essenciais para restaurar a pele com segurança

A pele descascando após o sol é um sinal claro de que houve excesso de exposição. Mesmo quando não há dor intensa, a descamação indica que a barreira cutânea foi agredida.

Além do desconforto estético, a pele pode ficar sensível, ressecada e mais propensa a manchas. Por isso, os cuidados no pós-sol são fundamentais.

Por que a pele descasca?

A radiação solar provoca inflamação e danifica as células da camada superficial.

Como mecanismo de defesa, o corpo elimina as células afetadas. Esse processo resulta na descamação.

Quanto maior a exposição sem proteção adequada, maior a tendência de ressecamento e irregularidade no tom da pele.

O que fazer para recuperar o viço

O foco deve ser hidratar, acalmar e proteger.

Alguns cuidados ajudam na recuperação:

Aposte em hidratantes com aloe vera ou pantenol.

Beba bastante água para repor líquidos.

Evite esfoliação enquanto houver descamação.

Use protetor solar diariamente, mesmo sem sol intenso.

Prefira sabonetes suaves e sem fragrância.

Essas medidas auxiliam na regeneração natural da pele.

Como evitar manchas

A pele sensibilizada fica mais vulnerável à hiperpigmentação.

Por isso, a proteção solar é indispensável. Reaplique o protetor a cada duas ou três horas, principalmente em áreas expostas.

Evite também exposição direta nos horários de pico. Chapéus e óculos ajudam na proteção física.

Quando procurar ajuda

Se houver dor intensa, bolhas ou ardência persistente, é importante buscar orientação médica.

Queimaduras solares mais graves exigem avaliação profissional.

No dia a dia, lembre-se: bronzeado saudável começa com proteção. Cuidar da pele agora evita danos a longo prazo.


Guia pós-sol: saiba como tratar queimaduras leves e quando ir ao médico

À CNN Brasil, especialistas explicam por que evitar receitas caseiras, indicam ativos que aceleram a cicatrização e alertam para os perigos de "puxar" a pele descamada

Caroline Ferreira, da CNN Brasil

24/02/26 às 15:10 | Atualizado 24/02/26 às 15:10

Com as altas temperaturas, o prazer de um dia de sol pode rapidamente se transformar um pesadelo de ardência. A pele vermelha e quente é o sinal claro de um queimadura solar leve - inflamação que, se mal cuidada, pode abrir as portas para infecções e manchas até mesmo permanentes.

À CNN Brasil, o biomédico Thiago Martins, mestre em Medicina Estética, e o dermatologista Lucas Miranda, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explicam como socorrer a pele desses males e o que é necessário evitar a todo custo.

Um dos principais erros é ignorar a ardência inicial e continuar a exposição. Segundo Thiago, o tratamento começa no exato momento em que se percebe o dano. "A primeira medida é interromper imediatamente qualquer nova exposição solar e iniciar o resfriamento da pele", comenta.

"Ao chegar em casa, deve-se lavar suavemente a região com água fria (não gelada) e sabonete suave, para remover suor, sal ou resíduos de cosméticos. Em seguida, aplicar um produto calmante com ação anti-inflamatória, como loções com aloe vera ou pantenol. Evite fricção e roupas apertadas na área afetada", orienta.

Sobre o clássico uso de compressas, o biomédico esclarece que o frio é, de fato, bem-vindo, mas exige cautela.

"Sim, compressas frias ajudam a reduzir a inflamação e aliviar a sensação de ardência, especialmente nas primeiras horas, mas é importante que a temperatura seja fresca (em torno de 15 a 20 °C), evitando o uso de gelo diretamente sobre a pele, o que pode causar vasoconstrição intensa ou até queimadura pelo frio", diz.

O perigo por trás das receitas caseiras

Em casos de queimaduras mais leves, é comum ouvir recomendações como passar pasta de dente ou manteiga na pele. Thiago, no entanto, é categórico ao condenar essas práticas caseiras.

"Elas são contraindicadas e podem agravar a lesão. A pasta de dente contém mentol e detergentes que irritam a pele; manteigas e óleos vegetais criam uma camada oclusiva que retém o calor da queimadura e favorece infecções; o vinagre, por ser ácido, pode corroer a pele já danificada. Essas substâncias não têm ação terapêutica comprovada e podem atrasar a cicatrização", detalha.

Para quem busca ativos que realmente funcionam, o especialista lista os "queridinhos" da recuperação: Pantenol (regenerador), Aloe Vera (calmante), Niacinamida (anti-inflamatória), Madecassoside (cicatrizante) e Bisabolol (suavizante).

Por que não devo puxar a pele descamada?

Alguns dias após o sol, a pele inevitavelmente começa a se soltar. Lucas explica que esse processo é natural, mas a intervenção humana é perigosa.

"A remoção manual da pele solta ou o uso de esfoliantes pode causar microlesões, sangramentos, infecções e retardar a cicatrização. O ideal é manter a hidratação constante com cremes restauradores e deixar que a pele descasque espontaneamente. Evitar exposição solar durante esse período é fundamental para prevenir hiperpigmentações", afirma.

A recuperação também depende do que você bebe. O dermatologista ressalta que a queimadura gera uma perda de água invisível através da pele. "A hidratação oral adequada ajuda a manter a função da barreira cutânea, facilita a renovação celular e contribui para uma cicatrização mais rápida. Recomenda-se o consumo regular de água ao longo do dia, mesmo sem sede aparente".

Quando a queimadura vira uma emergência médica?

Acredite, nem todo caso pode ser resolvido apenas com loções pós-sol. "O aparecimento de bolhas extensas, febre, calafrios, dor intensa, náuseas ou confusão mental são sinais de alerta e indicam uma queimadura de segundo grau ou até insolação", diz Lucas.

"Nesses casos, é necessário buscar atendimento médico imediato. Queimaduras em áreas extensas ou em crianças pequenas, idosos e pessoas com doenças crônicas também merecem avaliação especializada", adiciona.

Quanto tempo para a recuperação total?

A paciência é o melhor remédio. Segundo os especialistas, a pele leva de 5 a 10 dias para se recuperar visualmente, mas a barreira de proteção pode ficar vulnerável por até duas semanas.

"Recomenda-se evitar qualquer exposição solar direta durante esse período e, ao retomar a exposição, usar roupas protetoras, chapéus e reaplicar o filtro solar a cada 2 horas", finaliza o especialista.


domingo, 15 de fevereiro de 2026

Babosa na ferida? Pesquisador da UFPR desenvolve curativo cicatrizante com base na Aloe Vera

A planta tem um gel interno, que integra água e um caldo de aminoácidos, vitaminas, minerais, enzimas e os chamados polissacarídeo

Por Redação com assessoria em 13 de fevereiro, 2026 às 07h16.

Um curativo que protege o machucado, acompanha os movimentos do corpo sem romper e possibilita as trocas gasosas, feito com uma planta utilizada de forma medicinal há milênios e ‘da casa de vó’: a Aloe Vera, também conhecida como babosa. 

Pesquisador da UFPR cria curativo de babosa. (Foto: Marcos Solivan/Sucom/UFPR)

Essa foi a aposta premiada do pesquisador Fernando Miguel Stelmach Alves, do Departamento de Farmácia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que iniciou o projeto após ver a ferida de um amigo. Ele cursa o terceiro ano de Farmácia e integra o projeto de iniciação científica Desenvolvimento de filmes e hidrogéis para desordens cutâneas, orientado pela professora Luana Mota Ferreira, do Centro de Estudos de Biofarmácia (CEB) da UFPR, em Curitiba.


Os resultados da primeira fase dessa pesquisa foram publicados em um artigo, que recebeu o 38º Prêmio Paranaense de Ciência e Tecnologia, da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti), na categoria Estudante de Graduação. 


Extratos da babosa são a base da proposta

Planta típica de casa de vó, a babosa é composta por uma casca externa verde, uma seiva amarela por baixo (potencialmente tóxica) e um gel interno, que integra água e um caldo de aminoácidos, vitaminas, minerais, enzimas e os chamados polissacarídeos. Eles são carboidratos complexos, formados por longas cadeias de açúcares, responsáveis por boa parte das propriedades hidratantes, cicatrizantes e moduladoras do sistema imune atribuídas à babosa. E é aí onde entra a pesquisa de Fernando.

O discente investigou se esses compostos poderiam ir além do efeito terapêutico tradicional e cumprir uma função estrutural em adesivos para machucados. A ideia foi usar o extrato da planta como parte do próprio material do curativo, substituindo plastificantes sintéticos, e o resultado foi o desenvolvimento de filmes finos, naturais e bioadesivos, capazes não apenas de proteger a ferida, mas de contribuir com a cicatrização.

Fernando explica que materiais ricos em polissacarídeos como a babosa conferem maleabilidade porque essas moléculas se comportam como fios longos e flexíveis, capazes de se mover, se dobrar e reter água sem se romper, já que são formadas por longas cadeias de açúcares ligadas entre si.

O aluno trabalhou com os principais polissacarídeos presentes no gel da Aloe vera junto a dois agentes muito usados pela indústria farmacêutica: a goma gelana, produzida por bactérias, e a carragena, extraída de algas vermelhas. A partir dessas substâncias, desenvolveram-se filmes finos por um método simples de laboratório, no qual os componentes são dissolvidos em água aquecida e depois secos até formar uma película contínua.

O diferencial do experimento foi incorporar o extrato de babosa à formulação não apenas como ativo cicatrizante, mas como parte do material, permitindo que os polissacarídeos da planta interagissem com as gomas e conferissem capacidade de ajuste ao curativo.

Resultados em laboratório são promissores

Os testes, ainda feitos em laboratório, mostraram que os dois materiais se comportam de formas distintas. Os filmes à base de carragena apresentaram maior elasticidade e capacidade de absorção de líquidos, características importantes para feridas que liberam secreção. Já os filmes de goma gelana se mostraram mais rígidos e resistentes, oferecendo maior proteção mecânica. Mas, nos dois casos, a presença do extrato de babosa melhorou a adesão à pele e contribuiu para a manutenção de um ambiente úmido, condição importante para a cicatrização. Segundo Alves, o projeto abre caminho para produtos biocompatíveis, sustentáveis e acessíveis.

“Os materiais naturais têm sido cada vez mais explorados no campo farmacêutico. Além disso, nossa formulação visa reduzir o número de componentes envolvidos na fabricação dos curativos”, acrescenta a orientadora.

Os próximos passos do estudo envolvem a realização de testes de biocompatibilidade e avaliações em modelos in vivo, etapas necessárias para confirmar a segurança e a eficácia dos filmes em condições mais próximas do uso real. A equipe também pretende investigar a incorporação de outros compostos terapêuticos às películas, explorando efeitos sinérgicos e ampliando as aplicações do material no cuidado de feridas.

Para os pesquisadores, o principal desafio em trabalhar com ativos naturais é a complexidade de suas matrizes. Diferente do que ocorre nos estudos com ativos sintéticos, em que se avalia apenas uma substância, uma planta tem vários ativos que, somados, proporcionam seu efeito, e todos eles precisam ser avaliados.

“Nossa próxima missão é caracterizar fitoquimicamente esse extrato e dar um foco mais terapêutico para a formulação, com avaliações de performance in vitro e in vivo e determinar a permeação cutânea desses ativos”, diz Ferreira.Publicado primeiro em Banda B » Babosa na ferida? Pesquisador da UFPR desenvolve curativo cicatrizante com base na Aloe Vera -


fonte:

 https://www.bandab.com.br/saude/pesquisador-da-ufpr-desenvolve-curativo-a-base-de-babosa/

Novo tratamento para Alzheimer derivado de um composto presente na babosa (aloe vera).

Cientistas acabaram de encontrar indícios promissores que sugerem que compostos naturais da babosa (aloe vera) podem desempenhar um papel significativo no combate à doença de Alzheimer.

09/02/2026

Utilizando modelos computacionais avançados, a equipe de pesquisa identificou o beta-sitosterol – um composto vegetal – que possui um forte potencial para interagir com enzimas que causam declínio cognitivo e de memória.


Esta nova pesquisa, publicada na revista Current Pharmaceutical Analysis, surge em um momento em que a comunidade médica continua sua busca por tratamentos eficazes para o Alzheimer – uma doença neurodegenerativa que afeta gravemente o pensamento e o comportamento. Embora a babosa (aloe vera) seja bem conhecida por suas propriedades calmantes e de cuidado com a pele, os cientistas decidiram investigar mais a fundo os componentes químicos ocultos na planta para verificar se eles poderiam influenciar os processos biológicos no cérebro.


A pesquisa concentra-se em duas enzimas-chave: a acetilcolinesterase (AChE) e a butirilcolinesterase (BChE). No corpo humano, essas duas enzimas desempenham um papel na degradação da acetilcolina – um neurotransmissor crucial que ajuda as células cerebrais a se comunicarem entre si. Em pacientes com Alzheimer, os níveis de acetilcolina costumam estar bastante reduzidos, levando à perda de memória. Portanto, uma estratégia comum de tratamento é encontrar medicamentos que possam inibir a atividade da AChE e da BChE, preservando assim os níveis de acetilcolina e melhorando os sintomas dos pacientes.

Em vez de realizar experimentos tradicionais em laboratório, a equipe de pesquisa utilizou uma abordagem "in silico" (simulação computacional). Essa abordagem moderna permite que os cientistas prevejam com precisão como as moléculas dos medicamentos interagirão com o organismo antes da realização de testes clínicos reais.

Os resultados da triagem mostraram que o beta-sitosterol, um composto encontrado na aloe vera, emergiu como o candidato mais promissor. A equipe de pesquisa utilizou técnicas de "ligação molecular" e simulações dinâmicas para testá-lo. Os resultados indicaram que o beta-sitosterol possui uma afinidade de ligação muito forte (-8,6 kcal/mol com AChE e -8,7 kcal/mol com BChE), significativamente superior à de outros compostos testados, incluindo o ácido succínico. Essa forte capacidade de ligação sugere que o composto pode inibir eficazmente a atividade de enzimas prejudiciais.

"Nossos resultados mostram que o beta-sitosterol apresenta afinidade de ligação e estabilidade significativas", disse Meriem Khedraoui, autora principal do estudo. "Isso o torna um potencial candidato para o futuro desenvolvimento de medicamentos, particularmente como um inibidor duplo para ajudar no tratamento da doença de Alzheimer."

Além dos seus efeitos inibidores enzimáticos, a equipe de pesquisa também avaliou a segurança dos compostos por meio da análise ADMET (Absorção, Distribuição, Metabolismo, Excreção e Toxicidade). Os indicadores preditivos mostraram que tanto o beta-sitosterol quanto o ácido succínico apresentaram perfis de segurança favoráveis, foram facilmente absorvidos pelo organismo e não causaram toxicidade em doses terapêuticas. Samir Chtita, coautor do estudo, afirmou que essas análises abrangentes corroboram o seu potencial como agentes terapêuticos seguros.



Embora os resultados do modelo computacional sejam muito promissores, os pesquisadores também enfatizaram que esta é apenas a fase inicial. Ensaios clínicos e laboratoriais serão os próximos passos necessários para confirmar a eficácia real em pacientes. No entanto, esta pesquisa lançou uma base importante, abrindo esperança para uma nova terapia para Alzheimer à base de plantas, mais segura e eficaz, no futuro.


Fonte: https://baolangson.vn/lieu-phap-dieu-tri-alzheimer-moi-tu-hop-chat-trong-cay-nha-dam-5076971.html

Aloe vera pode conter segredo para combater o Alzheimer

NOTÍCIAS DE COIMBRA | 4 dias atrás em 09-02-2026

Imagem: depositphotos.com

Um novo estudo científico descobriu que um composto natural presente na planta Aloe vera — o beta‑sitosterol — pode ter potencial para interferir em processos ligados ao Alzheimer, apontando para possíveis novos caminhos no desenvolvimento de medicamentos contra a doença.

A investigação, publicada na revista Current Pharmaceutical Analysis, utilizou métodos de modelação computacional avançada para simular como vários compostos da Aloe vera se ligam a duas enzimas que estão fortemente associadas à perda de memória e ao declínio cognitivo característicos da doença de Alzheimer.

Os investigadores concentraram‑se nas enzimas acetilcolinesterase (AChE) e butirilcolinesterase (BChE), que desempenham um papel crucial na degradação da acetilcolina — um neurotransmissor essencial para a comunicação entre células nervosas e que normalmente está reduzido em pessoas com Alzheimer. O beta‑sitosterol destacou‑se por apresentar fortes afinidades de ligação com ambas as enzimas, o que sugere que pode inibir a sua atividade e ajudar a preservar níveis mais elevados de acetilcolina no cérebro.

Além de demonstrar ligações estáveis às enzimas‑alvo, os modelos computacionais indicaram que o composto tem propriedades favoráveis de absorção, distribuição e segurança potencial no organismo, um aspeto importante para futuros medicamentos.

Apesar dos resultados promissores, os autores salientam que este trabalho está nos primeiros passos: os efeitos benéficos do beta‑sitosterol precisam agora de ser confirmados em experimentos de laboratório e ensaios clínicos em humanos antes que se possa considerar o desenvolvimento de tratamentos eficazes.

Os investigadores consideram que esta aproximação — que recorre a compostos naturais já presentes em plantas usadas tradicionalmente — pode ser uma linha complementar de investigação no combate a uma das doenças neurodegenerativas mais desafiantes da atualidade.


https://www.noticiasdecoimbra.pt/aloe-vera-pode-conter-segredo-para-combater-o-alzheimer/

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Descoberta de compostos da babosa (aloe vera) que podem inibir enzimas envolvidas na doença de Alzheimer.

 

Descoberta de compostos da babosa (aloe vera) que podem inibir enzimas envolvidas na doença de Alzheimer.

Pesquisas sugerem que um composto presente na babosa pode inibir uma enzima associada ao declínio da memória na doença de Alzheimer.


Cientistas acabaram de encontrar indícios promissores que sugerem que compostos naturais da babosa (aloe vera) podem desempenhar um papel significativo no combate à doença de Alzheimer.

Utilizando modelos computacionais avançados, a equipe de pesquisa identificou o beta-sitosterol — um composto vegetal — que possui um forte potencial para interagir com enzimas que causam declínio cognitivo e de memória.

Esta nova pesquisa, publicada na revista Current Pharmaceutical Analysis , surge num momento em que a comunidade médica continua seus esforços para encontrar tratamentos eficazes para a doença de Alzheimer – uma doença neurodegenerativa que afeta gravemente o pensamento e o comportamento.

Embora a babosa (aloe vera) seja bem conhecida por suas propriedades calmantes e de cuidado com a pele, cientistas decidiram investigar mais a fundo os componentes químicos ocultos dessa planta para verificar se eles podem afetar processos biológicos no cérebro.

A pesquisa concentra-se em duas enzimas principais: a acetilcolinesterase (AChE) e a butirilcolinesterase (BChE). No corpo humano, essas duas enzimas desempenham um papel na degradação da acetilcolina — um neurotransmissor crucial que ajuda as células cerebrais a se comunicarem entre si.

Em pacientes com Alzheimer, os níveis de acetilcolina frequentemente estão bastante reduzidos, levando à perda de memória. Portanto, uma estratégia comum de tratamento é encontrar medicamentos que possam inibir a atividade da AChE e da BChE, preservando assim os níveis de acetilcolina e melhorando os sintomas dos pacientes.

Em vez de realizar experimentos tradicionais em laboratório, a equipe de pesquisa utilizou uma abordagem "in silico" (simulação computacional). Essa abordagem moderna permite que os cientistas prevejam com precisão como as moléculas dos medicamentos interagirão com o organismo antes da realização de testes clínicos reais.

Os resultados da triagem mostraram que o beta-sitosterol, um composto encontrado na babosa (aloe vera), surgiu como o candidato mais promissor. A equipe de pesquisa utilizou técnicas de "ligação molecular" e simulação dinâmica para testá-lo.

Os resultados indicam que o beta-sitosterol possui uma afinidade de ligação muito forte (-8,6 kcal/mol com AChE e -8,7 kcal/mol com BChE), significativamente superior à de outros compostos testados, incluindo o ácido succínico. Essa forte capacidade de ligação sugere que o composto pode inibir eficazmente a atividade de enzimas prejudiciais.

"Nossos resultados mostram que o beta-sitosterol apresenta afinidade de ligação e estabilidade significativas", disse Meriem Khedraoui, autora principal do estudo. "Isso o torna um potencial candidato para o futuro desenvolvimento de medicamentos, particularmente como um inibidor duplo para ajudar no tratamento da doença de Alzheimer."

Além dos efeitos inibidores de enzimas, a equipe de pesquisa também avaliou a segurança do composto por meio da análise ADMET (Absorção, Distribuição, Metabolismo, Excreção e Toxicidade). Os indicadores preditivos mostraram que tanto o beta-sitosterol quanto o ácido succínico apresentam perfis de segurança favoráveis, são facilmente absorvidos pelo organismo e não causam toxicidade em doses terapêuticas.


Voltando ao assunto
VNA
Fonte: https://tuoitre.vn/phat-hien-hop-chat-nha-dam-co-the-uc-che-enzym-gay-benh-alzheimer-20260209090041783.htm