domingo, 23 de agosto de 2026

Passar gel de babosa nos cabelos uma vez por semana para hidratar e reduzir frizz; veja

Descubra como a Aloe vera ajuda a deixar fios ressecados mais macios, por que a aplicação semanal funciona melhor e como preparar o gel corretamente em casa


Por

Itatiaia

14/08/2026 às 19h33 • Atualizado há 1 semana



Lavar cabelo todo dia faz cair mais Dermatologistas esclarecem o mito

A babosa, conhecida cientificamente como Aloe vera, é uma das plantas mais usadas em rotinas caseiras de cuidado capilar. Seu gel transparente, rico em água e nutrientes, promete transformar cabelos ressecados em fios mais macios, brilhantes e com menos frizz quando aplicado corretamente.


Mas por que justamente uma vez por semana? E como extrair o gel sem causar irritação? Este guia reúne o passo a passo completo para usar a babosa nos cabelos, desde o preparo seguro até a aplicação estratégica, além de explicar para quais tipos de fio o tratamento funciona melhor.


O que torna a babosa eficaz para hidratação capilar

A babosa se destaca pela textura gelatinosa e pelo alto teor de água em sua composição. Essas características ajudam cabelos ressecados, opacos e ásperos a recuperar uma aparência mais maleável.


Além da hidratação, a planta contém vitaminas, minerais e aminoácidos associados ao cuidado da fibra capilar. Isso não garante resultado milagroso, mas explica por que a Aloe vera aparece com tanta frequência em receitas caseiras e produtos comerciais de hidratação.


A frequência semanal oferece um reforço de hidratação sem sobrecarregar os fios. Usar todos os dias pode pesar no cabelo, deixar resíduos ou causar rigidez, principalmente quando o gel é misturado com máscaras muito concentradas.


O intervalo de sete dias permite que o cabelo absorva os benefícios sem acumular produto. Essa periodicidade equilibra hidratação e leveza, evitando o efeito pesado que pode surgir com uso excessivo.


Sete benefícios práticos do gel de babosa nos fios

Entre os efeitos mais buscados por quem adota a babosa na rotina capilar estão:


  • Hidratar fios ressecados
  • Reduzir a aparência de frizz
  • Dar mais brilho ao comprimento
  • Ajudar na maciez das pontas
  • Diminuir a sensação de aspereza
  • Acalmar o couro cabeludo em alguns casos
  • Melhorar a aparência de cabelos opacos


Esses benefícios dependem da forma de aplicação, da qualidade do gel extraído e da compatibilidade com o tipo de cabelo.


Como preparar o gel de babosa sem causar irritação

O cuidado começa antes da aplicação. Ao cortar a folha, sai um líquido amarelado chamado aloína, substância que pode causar irritação em pessoas sensíveis. Por isso, é recomendado deixar a folha escorrer antes de retirar o gel transparente.


Um preparo simples segue esta ordem: corte uma folha de babosa limpa, deixe-a em pé por 30 a 60 minutos para escorrer o líquido amarelado, lave a parte externa da folha, retire apenas o gel transparente e bata ou amasse até ficar mais uniforme. Antes do primeiro uso, faça teste em pequena área da pele. Evite usar se houver ardor, vermelhidão ou coceira.


Passo a passo para aplicar o gel nos cabelos

Depois de preparar o gel, aplique nos fios limpos ou levemente úmidos, espalhando do comprimento às pontas. Se quiser usar no couro cabeludo, faça movimentos suaves com a ponta dos dedos, sem esfregar com força.


O procedimento pode ser feito assim: divida o cabelo em mechas, espalhe o gel no comprimento e nas pontas, aplique no couro cabeludo apenas se houver boa tolerância, deixe agir por 15 a 30 minutos, enxágue completamente, lave normalmente se sentir resíduo e finalize com condicionador ou máscara, se desejar.


A divisão em mechas garante distribuição uniforme do produto. O tempo de ação permite absorção sem exagero.



Uso no couro cabeludo exige cuidados específicos

O gel de babosa pode ser usado no couro cabeludo, desde que a pessoa não tenha irritação, feridas, alergias ou sensibilidade. Ele pode trazer sensação calmante e ajudar na limpeza leve da região, especialmente quando há oleosidade ou coceira ocasional.


Mesmo assim, caspa intensa, queda persistente, descamação forte, feridas ou coceira frequente não devem ser tratadas apenas com receita caseira. Nesses casos, é melhor procurar um dermatologista, porque o problema pode exigir diagnóstico e tratamento específico.



Quais tipos de cabelo respondem melhor ao tratamento

Cabelos secos, cacheados, crespos, com frizz, pontas ásperas ou aparência sem brilho costumam sentir mais diferença visual com a hidratação. Isso acontece porque esses fios tendem a perder água com mais facilidade e podem ficar mais opacos quando a rotina de cuidado é insuficiente.


Já cabelos muito finos ou oleosos podem pesar se receberem gel demais, principalmente perto da raiz. Nesse caso, o melhor é aplicar pouca quantidade, focar nas pontas e observar como o cabelo reage depois da lavagem.


Sinais de que você está usando babosa em excesso

A babosa pode ser útil na rotina capilar, mas precisa ser usada com equilíbrio. O ideal é aplicar uma vez por semana, enxaguar bem e observar a reação da pele e dos fios. Se o cabelo ficar duro, pesado ou oleoso, reduza a quantidade ou aumente o intervalo entre as aplicações. Esses sinais indicam que o produto está se acumulando ou que a frequência não está adequada ao seu tipo de fio.


No fim, passar gel de babosa nos cabelos pode ser uma forma simples de reforçar a hidratação e melhorar o aspecto dos fios sem complicar a rotina. Mas o resultado depende do preparo correto, da frequência adequada e do cuidado para não usar a planta como solução única para problemas capilares mais sérios.

O potencial dos tratamentos à base de ervas para a doença de Alzheimer.

Os cientistas estão constantemente empenhados em encontrar uma cura para a demência (Alzheimer), uma doença que afeta dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo. Uma das abordagens é explorar o potencial dos remédios à base de ervas.


18/08/2026

cogumelos antárticos


Pesquisadores da Universidade da Malásia acabam de publicar evidências promissoras que sugerem que fungos da Antártida podem dar uma contribuição significativa para o desenvolvimento de futuros tratamentos para a doença de Alzheimer.


A babosa (aloe vera) pode contribuir para o combate à doença de Alzheimer.


A pesquisa concentra-se no gênero Pseudogymnoascus, um grupo de microrganismos isolados de ecossistemas antárticos. Vivendo em um dos ambientes mais inóspitos do planeta, esses microrganismos desenvolveram estratégias de sobrevivência únicas para suportar temperaturas abaixo de zero, intensa radiação ultravioleta e escassez de nutrientes. Essas adaptações extraordinárias permitem que eles produzam compostos naturais únicos, raramente encontrados em outros lugares.



A equipe de pesquisa identificou diversos compostos em cogumelos que podem interagir com proteínas intimamente associadas à doença de Alzheimer. Estudos laboratoriais mostraram que um extrato de cogumelo possuía atividade antioxidante comparável a antioxidantes naturais bem conhecidos, como a vitamina C e os carotenoides. Isso é crucial porque o estresse oxidativo foi identificado como um dos principais contribuintes para o Alzheimer, danificando as células cerebrais. Neutralizar os radicais livres com compostos de cogumelos antárticos pode abrir novas oportunidades para retardar a progressão da doença.



Detentora da principal "mina de ouro verde" de ervas medicinais do país, Nghe An está embarcando em uma transformação estratégica: em vez da exploração bruta, a província está se concentrando no processamento profundo, aplicando ciência e gestão moderna. Essa mudança crucial não apenas despertará o potencial econômico dessa região fronteiriça desfavorecida, mas também criará uma base sólida para que os produtos fitoterápicos de Nghe An afirmem sua posição no cenário internacional.


açafrão


Um estudo publicado na revista Pharmaceuticals em maio mostrou que os estigmas do açafrão não são apenas um tempero, mas também contêm inúmeros compostos bioativos com potencial para impactar doenças comuns, incluindo o Alzheimer.


Pesquisas mostram que compostos-chave nos estigmas do açafrão, como a crocina, a crocetina e o safranal, estão envolvidos em muitos mecanismos biológicos importantes, incluindo a redução da inflamação, a ação antioxidante, a proteção das células nervosas e a melhoria do metabolismo da glicose e dos lipídios no organismo.

Uma das áreas de maior interesse é o seu impacto no cérebro. Cientistas descobriram que o estigma do açafrão pode auxiliar no tratamento de doenças como Alzheimer, Parkinson, AVC e depressão.


Planta de babosa


Cientistas também encontraram indícios promissores que sugerem que compostos naturais da babosa (aloe vera) podem desempenhar um papel significativo no combate ao Alzheimer. Utilizando modelos computacionais avançados, pesquisadores identificaram o beta-sitosterol, um composto vegetal, que interage fortemente com enzimas responsáveis ​​pelo declínio da memória e da cognição.



A pesquisa concentra-se em duas enzimas-chave: a acetilcolinesterase (AChE) e a butirilcolinesterase (BChE). No corpo humano, essas duas enzimas desempenham um papel na degradação da acetilcolina — um neurotransmissor crucial que ajuda as células cerebrais a se comunicarem entre si. Em pacientes com Alzheimer, os níveis de acetilcolina costumam estar bastante reduzidos, levando à perda de memória. Portanto, uma estratégia comum de tratamento é encontrar medicamentos que possam inibir a atividade da AChE e da BChE, preservando assim os níveis de acetilcolina e melhorando os sintomas dos pacientes.


Meriem Khedraoui, autora principal do estudo, afirmou: "Nossos resultados mostram que o beta-sitosterol apresenta afinidade de ligação e estabilidade significativas. Isso o torna um potencial candidato para o futuro desenvolvimento de medicamentos, particularmente como um inibidor duplo para ajudar no controle da doença de Alzheimer."


A imunoterapia abre um novo caminho para o tratamento da doença de Alzheimer.          

Cientistas israelenses anunciaram recentemente resultados positivos de um ensaio clínico de fase 1 de uma nova imunoterapia para a doença de Alzheimer, abrindo uma abordagem diferente em comparação aos métodos atuais que se concentram principalmente na remoção de placas amiloides no cérebro. Em vez de atacar diretamente as placas amiloides, essa terapia visa restaurar as capacidades protetoras do sistema imunológico no cérebro, reduzindo assim a neuroinflamação e retardando a progressão da doença.

DIA NACIONAL (Compilação)


Fonte: https://baocantho.com.vn/tiem-nang-dieu-tri-alzheimer-tu-thao-duoc-a212913.html

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

O gel transparente da folha que você tem no quintal e que pesquisas associam à cicatrização mais rápida de queimaduras na pele

A folha carnuda que cresce em muitos quintais brasileiros guarda em seu interior o gel de babosa, uma substância transparente que há séculos aparece em usos tradicionais para a pele e que hoje também é investigada cientificamente. Estudos clínicos sugerem benefícios em determinados tipos de queimaduras, embora a planta não seja uma solução milagrosa nem substitua o tratamento médico de lesões graves.





O que existe no gel de babosa que despertou o interesse da ciência?

A Aloe vera possui folhas espessas capazes de armazenar grande quantidade de água. Na região interna fica o gel transparente, formado principalmente por água e uma mistura complexa de polissacarídeos e outras substâncias. Entre os componentes mais estudados está o acemanano, um polissacarídeo associado, em pesquisas experimentais, a processos envolvidos na resposta inflamatória e na reparação dos tecidos.



Por isso, um detalhe da explicação popular merece correção. Não há um componente reconhecido na literatura científica sobre Aloe vera chamado “aloverasa” com o papel normalmente atribuído a ele. O nome que aparece de forma recorrente nas pesquisas é acemanano, além do glucomanano e de outros polissacarídeos presentes no gel.


Quais componentes do gel de babosa participam das pesquisas sobre cicatrização?

Os pesquisadores não atribuem os possíveis efeitos da planta a uma única molécula. O gel reúne diferentes compostos, enquanto estudos laboratoriais investigam como eles interferem em etapas como inflamação, atividade dos fibroblastos, formação da matriz extracelular e fechamento da lesão.


Entre os componentes mais citados nas pesquisas estão:


  • Acemanano
  • Glucomanano
  • Polissacarídeos
  • Compostos fenólicos

Um vídeo da série Aromatic and Medicinal Plants apresenta a Aloe vera como planta medicinal e aborda seu uso tópico tradicional em irritações e pequenas queimaduras. O conteúdo ajuda a visualizar por que o gel interno se tornou tão conhecido e complementa a discussão científica sobre suas aplicações dermatológicas, sem transformar esse uso em substituto para avaliação médica.



A babosa realmente consegue acelerar a cicatrização de queimaduras?

Há evidências clínicas favoráveis, mas elas precisam ser interpretadas com cuidado. Uma revisão sistemática publicada em 2024 reuniu nove estudos clínicos randomizados e encontrou redução média de aproximadamente 3,8 dias no tempo de cicatrização de queimaduras de segundo grau nos grupos tratados com Aloe vera, em comparação com outros agentes tópicos analisados. Os autores, porém, não encontraram diferença estatisticamente significativa na redução da dor.

Esse resultado também explica por que é exagerado dizer simplesmente que “cientistas usam babosa para curar queimaduras”. O mais preciso é afirmar que pesquisadores estudam preparações tópicas de Aloe vera e que determinados ensaios clínicos encontraram cicatrização mais rápida. Revisões anteriores chegaram a conclusões mais cautelosas por causa do pequeno número de estudos e das diferenças entre os tratamentos comparados.



Como o gel de babosa pode participar da regeneração da pele?

A cicatrização não depende de uma única reação. Depois de uma lesão, diferentes células precisam controlar a inflamação, produzir componentes estruturais, reconstruir a superfície e reorganizar o tecido. Estudos experimentais indicam que substâncias presentes na Aloe vera podem favorecer a proliferação e a migração de fibroblastos e queratinócitos, células importantes nesse processo.




Por isso, dizer apenas que o gel “age na derme” simplifica demais o mecanismo. A investigação envolve diferentes camadas e tipos celulares da pele. O acemanano e o glucomanano aparecem entre os compostos estudados por sua relação com fibroblastos, matriz extracelular e sinalização associada à reparação tecidual.

Toda queimadura pode receber babosa diretamente da folha?

Não. Queimaduras variam bastante em profundidade, extensão e gravidade, e lesões importantes precisam de avaliação profissional. Além disso, a folha não contém apenas o gel transparente: próximo à casca existe um látex amarelado rico em substâncias como aloína, diferente do gel interno normalmente empregado nas preparações tópicas estudadas.


Isso também significa que resultados obtidos com formulações controladas em estudos clínicos não podem ser automaticamente transferidos para qualquer folha cortada no quintal. A babosa continua sendo uma planta de enorme interesse científico, e o gel de babosa apresenta resultados promissores para determinadas queimaduras, mas a evidência exige precisão: há potencial real de auxiliar a cicatrização, não uma garantia de cura para qualquer ferimento.

4 maneiras de restaurar a pele após uma viagem à praia.

 Agosto é um mês de alta temporada para muitas famílias desfrutarem de férias memoráveis ​​juntas. No entanto, após horas nadando, tomando sol e praticando atividades ao ar livre, a pele corre o risco de desidratação, ressecamento, irritação e danos causados ​​pelos raios ultravioleta.


Segundo a dermatologista Dra. Nguyen Thu, muitas pessoas, depois de irem à praia, costumam se concentrar apenas em clarear a pele ou tratar manchas, esquecendo que o primeiro passo é restaurar a hidratação. A pele bem hidratada tem maior capacidade de regenerar as células, reduzir a inflamação e limitar o envelhecimento precoce causado pela exposição solar.


Dermatologistas apontam que, após muitas horas de atividade ao sol, o corpo perde água não apenas pelo suor, mas também pela evaporação da superfície da pele. Quando o nível de água no corpo diminui, a pele fica mais seca, sem brilho e mais propensa a irritações. Especialistas recomendam repor a água regularmente durante as férias na praia, em vez de esperar até sentir sede para beber. Além da água pura, frutas ricas em água, como melancia, laranja, toranja e pepino, também ajudam a manter a hidratação de dentro para fora.





Com as férias na praia se tornando a principal escolha de muitas famílias no verão , adquirir conhecimento sobre os cuidados adequados com a pele está se tornando cada vez mais essencial. Tratamentos caros não são necessários; muitos métodos naturais, como beber bastante água, usar aloe vera, aveia, mel ou pepino, são reconhecidos por dermatologistas como soluções simples, porém eficazes, para ajudar a pele a se recuperar da exposição solar.


Aqui estão quatro métodos simples e baratos que oferecem recuperação duradoura da pele:


- Babosa (Aloe Vera): Na maioria das orientações de saúde e dermatologistas sobre cuidados com a pele após queimaduras solares, a babosa está sempre no topo da lista de ingredientes recomendados. O gel de babosa contém uma grande quantidade de água e muitos compostos bioativos que podem acalmar a pele irritada, reduzir o desconforto e auxiliar na recuperação de pequenos danos causados ​​pelos raios UV. A babosa é especialmente indicada para casos de pele vermelha, seca ou repuxada após a exposição ao sol. Quando mantida refrigerada, o gel de babosa proporciona uma sensação calmante imediata ao ser aplicado na pele.



7 erros de cuidados com a pele que a deixam opaca e cansada.

 Muitas pessoas investem muito dinheiro em produtos para a pele, mas o resultado é uma pele opaca e sem vida. Na maioria dos casos, o problema não está na qualidade do produto, mas na forma como é usado e nos hábitos diários.

No entanto, especialistas também observam que é aconselhável escolher gel de aloe vera puro ou produtos com alto teor de aloe vera, evitando produtos que contenham muito álcool ou fragrâncias, pois estes podem irritar ainda mais a pele.


Aveia: Embora a babosa seja um ingrediente comum em produtos para a pele, a aveia também é uma escolha popular entre muitas mulheres, pois seus compostos naturais ajudam a reter a umidade na superfície da pele, reduzindo o ressecamento após exposição prolongada ao sol e à água do mar. Atualmente, muitos tipos de aveia em pó ou produtos para a pele que contêm aveia são amplamente utilizados em diversos países como uma solução natural e suave para peles sensíveis.


Pepinos, mel e ingredientes da cozinha: Não precisa procurar métodos muito complicados; muitos ingredientes comuns da cozinha podem se tornar poderosos aliados para a sua pele depois de uma viagem à praia.


Os pepinos são compostos por mais de 90% de água e proporcionam uma sensação refrescante ao entrar em contato com a pele. Fatias de pepino geladas podem ajudar a reduzir a sensação de queimação e fornecer hidratação temporária à pele seca.


O mel natural é conhecido por suas propriedades hidratantes. Numerosos estudos mostram que o mel possui propriedades calmantes e ajuda a restaurar a barreira protetora da pele; uma fina camada de máscara de mel aplicada por 10 a 15 minutos pode ajudar a suavizar a pele após exposição prolongada ao sol.


Além disso, o iogurte sem açúcar é muito apreciado por muitos especialistas, pois contém ingredientes que ajudam a acalmar a pele e a manter seu equilíbrio natural de hidratação.


A hidratação adequada é mais importante do que o clareamento instantâneo: Depois de uma viagem à praia, muitas pessoas recorrem a produtos clareadores ou esfoliantes agressivos na esperança de recuperar rapidamente a tez radiante. No entanto, segundo especialistas, é nesse momento que a pele está mais sensível, e o uso de produtos com fortes propriedades esfoliantes pode causar danos mais sérios.


Em vez de focar no clareamento imediato da pele, os especialistas recomendam priorizar medidas restauradoras, como: refrescar a pele com água limpa ou uma toalha fria, usar produtos hidratantes suaves, manter-se bem hidratado, evitar a exposição direta ao sol nos primeiros dias após uma viagem à praia e continuar usando protetor solar mesmo depois do término das férias. Assim que a barreira protetora da pele estiver totalmente restaurada, ela se regenerará melhor e recuperará gradualmente seu estado saudável.


Fonte: https://phunuvietnam.vn/4-phuong-phap-phuc-hoi-lan-da-sau-chuyen-di-bien-238260811155218523.htm